Panela que espera é que faz comida boa

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Quem procura a tampa da panela, com encaixe perfeito, talvez, nunca a encontre.
O correto é procurar diretamente o Serralheiro (Deus) e perguntar a Ele: Existe alguma tampa aí que se encaixe perfeitamente em mim? Possivelmente, Ele te responda: não! Porém, irá sorrir pra você e dizer: olha, mas tem uma aqui, que já anda comigo há algum tempo, que eu a amo demais, e tenho trabalhado nela para deixá-la com a minha cara. Não é perfeita – ainda, mas é flexível, está apta a mudanças e disposta a servir a penela que irá se encaixar.
Você, panela, agora sorridente responderá: Obrigado Serralheiro! Valeu a pena esperar e sabe o que pude aprender neste tempo de espera? Que toda dor que eu sentia, quando me sentia só, era, de alguma forma, uma aprendizado que estava tendo. Era uma oportunidade de aprender que para que o encaixe perfeito aconteça, por amor, eu também precisarei mudar de tamanho.

 

 

@juniorDellaMea

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Mato no pátio: você gosta?

Quem gosta de mato no pátio? Eu não gosto! Mas, “os marvado” insistem em voltar. Poucos dias após ter gasto alguns litros de suor cortando os matos de casa com uma tesoura (sim, uma tesoura!rss), percebi que os matos ficaram violentos e voltaram a crescer rapidamente, quase que rindo da minha cara. Fiquei meio perplexo, porque alguns já pareciam mais com árvore de eucalipto, do que com mato. Conversando com um vizinho, ele me disse (rindo!) que eles sempre voltariam se eu não arrancasse a raiz (com uma inchada de preferência). Quando tocamos na raiz do mato e arrancamos, ele não volta mais (“lógico!”). Fazendo uma comparação simples, quantas vezes estamos tentando cortar com tesoura (caminhos mais fáceis) os problemas aparentes (sintomas) da nossa vida. Suamos, corremos a trás e até conseguimos, aparentemente, resolver estas dificuldades e problemas por algum tempo. Porém, sem pedir licença, eles retornam. Muitas vezes, se tornam até maiores do que eram. Acredito que o desejo de Deus é que nós tenhamos coragem e ousadia de lançar os matos de nossas vidas sobre o altar do Pai. Deixar que Deus cuide das situações, deixar que o Pai cuide da minha vida e permitir que Deus encontre as raízes do meu ser. Raízes que frequentemente me levam a afastar-me dEle, a fazer escolhas erradas, a desanimar, a desistir, a murmurar, a mentir e a deixar de sorrir.

Desejo a você uma vida sem matos e com muitos frutos e sorrisos.

Boa semana!

@JuniorDellaMea

Consagração, uma decisão

 

 

(Daniel 1:8 NVI) Daniel, contudo, decidiu não se tornar impuro com a comida e com o vinho do rei, e pediu ao chefe dos oficiais permissão para se abster deles.

 

A palavra “consagração” pode ser definida como “dedicar-se o
u entregar-se a algo ou alguém”. Dessa forma, podemos entender que a consagração nos revela, de forma clara, a quem servimos e para que vivemos.

Onde dedicamos a maior parte do nosso tempo, é o lugar onde estamos consagrando nossa vida. Onde estamos investindo a maior parte das nossas forças, é ali o lugar onde nosso coração está depositado.

Daniel é para nós uma referência no que diz respeito á consagração. No texto citado, (Daniel 1:8) Daniel estava longe da sua terra, longe dos seus costumes e servindo a um rei que havia sitiado e aprisionado o seu povo.

Quando Daniel tem a oportunidade de, quem sabe, dar uma “virada” na sua vida (Daniel 1:5) servindo ao rei, ele toma a DECISÃO de NÃO SE TORNAR IMPURO, preferindo se abster da comida e da bebida oferecidas pelo rei.

Daniel carregava em seu coração a certeza de que estava ali, mas aquele não era o seu lugar.
Daniel sustentava em seu coração a certeza de que o Deus a quem conhecia e servia jamais o abandonaria.
Daniel entendia em seu coração que não era o alimento que podia sustenta-lo, mas o Deus a quem dedicou e entregou sua vida.

Nós, como cristãos, devemos pedir ao Espírito Santo que nos revele quais são os manjares que estão roubando nossa consagração a Deus. Quais são os manjares que me fazem barganhar o amor e a graça de Deus? Quais são os manjares que tem me lançado fora da presença do Rei dos Reis?

Que nós possamos nos posicionar como Daniel, ousando se abster das coisas que se veem (temporais), para provar e degustar das coisas que não podem ser vistas (eternas).

Abraço,

Junior Della Mea
@juniorDellaMea